Bem-Estar e Qualidade de Vida
Algumas palavras sobre DEPRESSÃO (também ANSIEDADE, PÂNICO e distúrbios diversos similares)
domingo, abril 17th, 2011Algumas palavras sobre DEPRESSÃO (também ANSIEDADE, PÂNICO e distúrbios diversos similares)
Via Twitter (o meu é @qualidade_vida) sigo excelentes profissionais de todo o Brasil e um deles postou há alguns dias o link para a interessante matéria abaixo. Leiam e permitam-me depois falar um pouco sobre o assunto.
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Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/antidepressivos.htm?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
Quais efeitos colaterais os antidepressivos causam a longo prazo?
por Joel Rennó Jr.
Resposta: Os antidepressivos são medicamentos ou drogas que agem no sistema nervoso, cuja função é normalizar o fluxo de neurotransmissores, que são moléculas responsáveis pelo impulso nervoso de um neurônio para o outro.
Os neurotransmissores saem de um neurônio, atravessam a sinapse (espaço entre dois neurônios) e ativam os receptores do neurônio seguinte. Os neurotransmissores mais importantes são: serotonina, noradrenalina, dopamina, acetilcolina e GABA.
Os mecanismos de ação são distintos de um antidepressivo para outro. Há várias e diferentes classes. Há os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (fluoxetina, sertralina, paroxetina, citalopram e o escitalopram). Há os antidepressivos que inibem a recaptura tanto de serotonina, quanto de noradrenalina, conhecidos como os de duplo mecanismo de ação (venlafaxina, milnaciprano e duloxetina). Há outros antidepressivos que também atuam sobre outros neurotransmissores.
Os efeitos colaterais variam de acordo com a classe ao qual o antidepressivo pertence e também de acordo com a tolerância de cada pessoa. Os antidepressivos mais antigos, conhecidos como tricíclicos (clomipramina, imipramina, amitriptilina) costumam dar mais efeitos colaterais que os mais recentes (inibidores da recaptação de serotonina e os de duplo mecanismo de ação).
Efeitos colaterais
Entre os efeitos colaterais (variável de pessoa para pessoa e de acordo com o tipo de antidepressivo utilizado) que podem ocorrer temos: alteração do sono e apetite, alterações gastrintestinais (diarréia ou obstipação intestinal), retenção urinária, alergias de pele, sudorese, diminuição da libido ou retardo da ejaculação, aumento ou diminuição de peso, náusea, tontura, tremores. Inclusive, alguns deles de forma paradoxal, podem aumentar até a ansiedade e agitação nos primeiros dias de tratamento e por tempo limitado.
Os efeitos colaterais iniciais podem ser contornados e atenuados nos primeiros dias ou semanas de tratamento, o médico deve sempre ser consultado e orientar o seu paciente a respeito. Deve-se evitar a parada da medicação por conta própria. Há pessoas mais sensíveis aos efeitos colaterais, enquanto alguns não os têm. É muito individual.
Em caso da ingestão acidental excessiva, ou mesmo com o intuito de suicídio, é fundamental levar imediatamente o paciente para uma avaliação clínica em um pronto-socorro. Geralmente, dependendo da avaliação clínica e do tempo decorrido da ingestão do medicamento, uma lavagem gástrica com carvão ativado é realizada.
Em casos de intoxicação com alterações cárdiorrespiratórias e do nível de consciência, pode até ser necessária a internação em UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Geralmente, os antidepressivos atuais são mais seguros que os antigos (tricíclicos), mesmo em ingestões consideráveis.
Atenção!
Esse texto e esta coluna não substituem uma consulta ou acompanhamento de um médico psiquiatra e não se caracterizam como sendo um atendimento. Dúvidas e perguntas sobre receitas e dosagens de medicamentos deverão ser feitas diretamente ao seu médico psiquiatra. Evite a automedicação.
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DEPRESSÃO, ansiedade, transtorno de “pânico” e distúrbios diversos têm grande similaridade: em sua maioria, ocorrem e mantêm-se por problemas envolvendo os neurotransmissores; entre estes, o distúrbio mais comum é a redução da quantidade deles disponível na fenda sináptica (espaço entre os neurônios através do qual eles se comunicam ) e o que mais “dá problemas” é a serotonina (que à noite, na redução da luz ambiente, é convertida em melatonina, o “hormônio do sono”; por isso problemas com a serotonina prejudicam a melatonina e assim, afetam o sono).
Por isso é consenso que, para tratar estes distúrbios, é necessário “normalizar” os neurotransmissores na fenda sináptica. A questão é que os medicamentos disponíveis comercialmente agem sobretudo inibindo a recaptação dos neurotransmissores quando, para muitas pessoas, esta NÃO é a causa-base do distúrbio: afinal, muitas pessoas não conseguem produzir os neurotransmissores em quantidade suficiente, o que torna necessário tratamento diferenciado para elas para que sejam obtidos bons resultados.
Quer saber mais sobre o assunto? Leia a resposta que forneci à pergunta que recebi há alguns meses através do meu site (ww.icaro.med.br), conforme abaixo.
E boa reflexão.
Ícaro Alves Alcântara
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Pergunta:
“Tenho 2 filhos, muito stress com trabalho e familiar, sem tempo para me cuidar. De uns tempos pra cá tenho me sentido abatida e morro de medo de depressão. Será que mesmo assim a ortomolecular pode me ajudar”?
Resposta.: Vamos por partes…
1 – Arranjar um tempinho para se cuidar é fundamental. Afinal de contas, se você adoecer terá que parar “à força” e aí quem irá cuidar de tudo o que você tem dado conta? Por isso, primeiramente, recomendo ler e procurar ao máximo seguir o que está na apresentação Viver: O que é Necessário (http://www.icaro.med.br/videos/viver-o-que-e-necessario). Afinal, é a base para o bom funcionamento do organismo, corpo e mente, sem a qual mesmo os melhores medicamentos têm dificuldade de agir.
2 – Em consultório, trabalho basicamente com ortomolecular, homeopatia e orientações em hábitos saudáveis, associando quando necessário fitoterapia, modulação hormonal e mesmo a medicina “tradicional”. Ou seja, não é só a estratégia ortomolecular em Medicina que vai ser utilizada no tratamento do seu caso (mais informações nas respectivas seções do site).
3 – Todos passamos por períodos difíceis em nossas vidas, infelizmente centenas de vezes. E é perfeitamente normal apresentar fases onde nosso humor parece estar “depressivo”. Nossa sociedade, erradamente, convencionou algo como “ficar triste é doença, que tem que ser tratada” e por isso multiplicam-se os usuários de antidepressivos e ansiolíticos (calmantes); mas o distúrbio está no estado constante de tristeza e humor “em baixa” (sobretudo se sem motivo) e não nos episódios ocasionais. Assim sendo, a primeira medida “anti-depressão” (e anti-ansiedade também) é não transformar a preocupação com sua saúde em mais um pesado fator de stress (e, por conseguinte, de doença).
Entretanto, se diagnosticada depressão (o que só pode ser adequadamente feito após avaliação detalhada e atenta), não são os antidepressivos o único recurso terapêutico. O tratamento da depressão passa obrigatoriamente por:
a. Há uma causa identificável? Então precisa ser abordada e resolvida. Ou então o paciente ficará tomando medicamentos por toda uma vida porque com eles estará só paliando sintomas. Aqui, o apoio psicológico é muitas vezes valioso, se não indispensável.
b. Em muitos casos de depressão, há falta de alguns neurotransmissores (substâncias que transmitem as diversas informações) e nutrientes no cérebro. Nestes casos, sem a reposição destes, não há possibilidade de falar-se em cura da depressão:
o Será que a dieta está adequada, fornecendo ao organismo os nutrientes necessários (por exemplo para a fabricação dos neurotransmissores)? Se não, tem que ser melhorada.
o Será que o intestino está funcionando bem e realmente absorvendo dos alimentos estes nutrientes necessários? O mal funcionamento intestinal não só reduz a absorção deles mas também aumenta a retenção de toxinas, o que pode prejudicar o funcionamento de todo o organismo (causando distúrbios).
o Será que sua circulação sangüínea está boa o suficiente para transportar os nutrientes até seu cérebro (ou onde devam chegar)? Afinal, de nada adianta absorvê-los bem mas eles não chegarem onde são necessários.
c. Como tudo no corpo, depois que os neurotransmissores cumprem sua função são inutilizados/inativados pelo próprio organismo. A maioria dos antidepressivos age reduzindo esta inutilização/inativação, assim deixando-os agir por mais tempo.
Espero que tenha ficado claro que para tratar um quadro de depressão, muito mais tem que ser considerado que só administrar antidepressivos. E é exatamente por isso que tanta gente experimenta insucesso nos seus tratamentos, tanto de depressão quanto de ansiedade.
Mas fuja dos rótulos! Por que é tão importante assim que você necessariamente tenha um nome para o seu conjunto de sinais e sintomas atual? Na minha opinião:
- Procure pelas causas e agravantes psicológicos do seu quadro clínico, trabalhando para resolvê-los;
- Arranje tempo para cuidar de você mesma e sua saúde, em todos os níveis (lembre-se que, se você adoecer, será obrigada a conseguir este tempo, até de forma mais urgente);
- Corrija erros nos seus Hábitos de Vida (http://www.icaro.med.br/videos/viver-o-que-e-necessario);
- Trate-se;
Por fim, respondendo à sua dúvida: SIM, a ortomolecular (junto à homeopatia e Hábitos Saudáveis de Vida) pode te ajudar. Mas só teremos certeza disso após avaliação e acompanhamento em consultório.
SAÚDE: Desenvolva BOM juízo crítico sobre o que você lê e confia
sábado, abril 16th, 2011SAÚDE : Desenvolva BOM juízo crítico sobre o que você lê e confia
Hoje em dia a maioria de nós recorre à internet para pesquisar qualquer assunto de interesse: do Misticismo à Ciência, da Razão à Emoção, do Concreto ao Abstrato, tudo é “jogado no Google” para que adquiramos mais informação sobre o tema. Só uma pergunta: o que você lê é confiável? Em outras palavras, você sabe avaliar a qualidade da informação que acessa, para saber se deve acreditar nela ou não?
O objetivo deste breve artigo NÃO é ensinar ninguém a criticar uma matéria jornalística mas sim “abrir os olhos” de quem usa o que aprende na internet em “benefício” próprio e dos seus: dependendo da fonte de um conhecimento, a aplicação dele na sua vida pode até fazer MAL para a sua saúde.
Um bom exemplo disto é a matéria abaixo, que peço que você leia antes de continuar (reproduzido ao final deste, com os devidos créditos): http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/872309-faltam-provas-de-que-antioxidante-previna-envelhecimento.shtml
O site é habitualmente muito confiável, fonte de conhecimento útil e atualizado em saúde. Mas neste artigo, como aborda de forma inverossímil áreas onde atuo diretamente, reservo-me ao direito de algumas “réplicas”:
- Sobram artigos mostrando que o uso de antioxidantes ajuda a retardar o envelhecimento (só nenhum deles foi sequer citado); preveni-lo é, de fato, impossível, já que o envelhecimento é processo natural ao qual todo organismo vivo está sujeito. Entretanto, como centenas de estudos provam, os antioxidantes ajudam a retardar este envelhecimento, reduzindo sua velocidade e danos a ele relacionados;
- Boa parte dos conceitos de Nutrologia e Nutrição Funcional (área da Nutrição de vanguarda e largamente superior à Nutrição “convencional”) baseia-se em milhares de evidências de que os alimentos, pelo seu conteúdo de diversas substâncias, tem propriedades de diminuir o risco de ocorrência/agravo de diversos problemas de saúde;
- Por questão de lógica, um organismo em equilíbrio apresenta boa imunidade e mecanismos de inflamação mais “sob controle”, ou seja, está menos propenso a desenvolver um câncer (já que inflamação e distúrbios de imunidade são reconhecidamente os principais fatores causadores de câncer em estudo na atualidade). E tanto os antioxidantes ajudam a manter e recuperar este equilíbrio que quase todo organismo vivo produz várias substâncias com propriedades antioxidantes;
- As doses diárias de antioxidantes a serem fornecidas, seja pelos alimentos, seja por suplementação, varia de paciente para paciente, ainda que hajam parâmetros estabelecidos (dosagens sugeridas por milhares de estudos por todo o mundo) para todos eles. Aliás, para toda medicação vale esta regra: por exemplo, um paciente hipertenso pode responder bem a 5 mg diários de enalapril mas outro pode precisar de mais de 20 mg para conseguir o controle da sua pressão arterial; nem por isso a credibilidade do enalapril como antihipertensivo é questionável;
- O excesso de QUALQUER COISA faz mal, o que não é novidade para ninguém; um exemplo bobo disto mas bem ilustrativo: paracetamol é um dos medicamentos mais utilizados, com sucesso, para tratar dores de cabeça, usualmente na dose de 500 a 750 mg para adultos; entretanto, há centenas de efeitos colaterais e reações indesejáveis registradas, em adultos por todo o mundo, com estas doses. Ou seja, se cada organismo humano é diferente do outro e a minoria apresenta efeitos deletérios em relação à dose mais comumente usada de determinado medicamento/suplemento, tornou-se este condenável, sendo recomendada a proibição do seu uso? Não deve cada paciente receber tratamento individualizado e atento ao seu caso clínico e características particulares?
- Nenhum antioxidante deve ser administrado isoladamente, sobretudo em altas doses, recomendação esta que todo profissional que estude e trabalhe BEM com antioxidantes sabe. Isto porque os antioxidantes atuam em conjunto, um “ajudando e recuperando” o outro em suas funções;
- A produção de radicais livres é uma das estratégias que o organismo utiliza normalmente para combater infecções. O problema é que tanto a produção “endógena” destes está excessiva (stress, hábitos de vida inadequados, exposição solar excessiva, etc) quanto a entrada destes radicais livres no organismo também está (pelo ar poluído, alimentos contaminados, alimentação de má qualidade, fumo, etilismo, excesso de estimulantes, etc – tudo isto gerando excesso de radicais livres e ainda comprometendo os mecanismos do próprio organismo de neutralizá-los). E se o organismo não consegue neutralizar os radicais livres dentro de si, estes atacarão, inflamarão, enfraquecerão e causarão doenças neste organismo, efeitos estes fora de controle e muito alem dos originalmente “benéficos” de combate a infecções. Em outras palavras, mais uma vez é o excesso quem causa problemas e muitos estudos comprovam não só os danos que os radicais livres ocasionam mas também que a maioria de nós, hoje em dia, apresenta em nossas vidas excesso de fatores que aumentam a quantidade deles. Só não vê quem não quer;
- Cada vez mais médicos, nutricionistas, farmacêuticos e profissionais de educação física, em consonância com muitos artigos, concordam que o estilo de vida atual não é saudável como deveria ser, gerando na maioria dos casos mais radicais livres que o organismo humano normalmente tenha capacidade de combater sozinho, mesmo bem alimentado. Isto faz da suplementação de antioxidantes (mesmo com reforços bem orientados na alimentação) opção terapêutica cada vez mais cogitada e utilizada, habitualmente com bons resultados. É claro que os resultados variam de um paciente para o outro mas as evidências existem para que possamos valer-nos delas em benefício do ser humano;
- Para terminar este artigo, uma proposta de reflexão para o leitor: se antioxidação (neutralização dos radicais livres) não auxiliasse no tratamento de inflamações, danos às células/tecidos, tumores/infecções e longevidade (entre várias outras áreas da saúde humana), não estaria entre uma das áreas mais estudadas da atualidade – e com resultados bem promissores. Pensemos nisso.
Um abraço,
Ícaro Alves Alcântara
Twitter: @qualidade_vida
MATÉRIA COMENTADA
(Link em epígrafe)
Faltam provas de que antioxidante previna envelhecimento
Juliana Vines – De São Paulo
Antioxidantes não curam nem retardam o envelhecimento. A afirmação pode parecer óbvia, mas desmente dezenas de pesquisas que relacionam frutas, vegetais ou suplementos de vitaminas com a prevenção do câncer e de doenças degenerativas.
Antioxidantes são substâncias que ajudam no equilíbrio do organismo. São produzidas pelo próprio corpo ou podem ser encontradas em alguns alimentos.
A função dos antioxidantes é neutralizar a ação de radicais livres -moléculas capazes de oxidar e mudar a estrutura de outras partículas. A oxidação é ligada ao aparecimento de algumas doenças e ao envelhecimento.
Acontece que, apesar de ser comprovado que a falta de antioxidantes faz mal, não há provas de que uma dieta rica em determinadas substâncias diminui o risco de alguns problemas de saúde.
“Sabemos que uma dieta rica em antioxidantes faz com que o organismo fique equilibrado, mas não podemos dizer que esse equilíbrio ajuda a prevenir um câncer”, diz Wilmar Jorge Accursio, presidente da Sobrae (Sociedade Brasileira para Estudo do Envelhecimento).
Além de não comprovarem a relação direta entre antioxidantes e prevenção de doenças, as pesquisas publicadas até agora não especificam quais seriam as quantidades ideais desses nutrientes para que pudessem agir como remédio.
“Fica difícil pensar em uma dieta ideal ou, pior, em suplementação. É tudo chute, ninguém sabe quanto de vitamina E faz bem, por exemplo”, afirma Ana Lúcia dos Anjos Ferreira, médica e pesquisadora da Unesp (Universidade Estadual Paulista/Botucatu), especializada em estresse oxidativo.
Se o corpo está em equilíbrio, o excesso de antioxidantes pode trazer o efeito contrário. Está comprovado que a ingestão de vitaminas além das quantidades indicadas pode aumentar o risco de determinadas doenças.
“Há uma grande pesquisa que estudou a suplementação com vitamina E e encontrou uma forte relação com o aumento no risco de infarto. O consumo dessa vitamina não pode passar de 400 mg por dia. E muitos médicos receitam mais do que isso.”
Segundo Elis Cristina Eleuthério, pesquisadora do departamento de bioquímica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, já se sabe também que a suplementação excessiva de zinco pode inibir a absorção de outros nutrientes essenciais.
“O excesso de vitamina C tem um efeito pró-oxidante, em vez de antioxidante. Isso acontece porque, ao aumentarmos determinados mecanismos de defesa, podemos sobrecarregar outros.”
Segundo Ferreira, mais de 200 mg por dia de vitamina C já trazem efeitos negativos.
ESTRESSE
“Se tivéssemos zero de radicais livres, morreríamos”, diz Accursio, da Sobrae, que é endocrinologista e nutrólogo. Para ele, é essencial que o corpo tenha o que ele chama de estresse mínimo, quer dizer, o resultado da produção natural de radicais livres.
Para Ferreira, os radicais livres foram considerados os vilões injustamente.
“Eles são essenciais para a defesa celular, para a respiração celular e têm efeitos benéficos na estrutura dos vasos sanguíneos.”
Quando há alguma inflamação, o número de radicais livres aumenta, mas, logo em seguida, o organismo já cuida de os neutralizar.
Esse equilíbrio, segundo o médico nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz, é possível só com uma dieta balanceada -sem suplementação de vitaminas. “Suplementos são para repor deficiências, devem ser usados em casos específicos”, diz.
“A melhor receita antirradicais ainda é manter o peso e comer de tudo.
Hábitos de Vida melhores e mais saudáveis – Por que tê-los?
quinta-feira, abril 14th, 2011HÁBITOS SAUDÁVEIS DE VIDA
Seu organismo tem o potencial de ajudar no tratamento de todas as doenças (em algumas, até tratar-se sozinho) mas para isso ele precisa do SEU apoio: dando a ele condições de manter e recuperar seu equilíbrio.
Estas condições só você pode fornecer, através da adoção e manutenção de hábitos saudáveis de vida: são eles que permitem ao seu corpo e mente fortalecer-se para combater as doenças agindo nas suas causas, assim eliminando ou melhorando sintomas de forma natural mas duradoura e efetiva.
Quais são eles?
1 – Beba água de 1 em 1 hora
A maior parte do corpo é constituída por água, ou seja, na falta dela, TUDO fica prejudicado e funciona pior. Água deve ser ingerida várias vezes por dia, mais que 3 litros/dia (para um adulto). A falta de água está envolvida em praticamente todas as doenças e sintomas, desde obesidade e dores de cabeça até pressão alta, inflamações e doenças circulatórias em geral.
2 – Alimente-se de 3 em 3 horas
Os alimentos trazem energia e “matéria-prima” para nosso organismo reconstruir-se. Por isso, ele precisa receber estes nutrientes, em variada qualidade (e sem excessos por vez) no máximo de 3 em 3h. Quem passa muito tempo sem comer funciona como um carro com problemas de combustível: simplesmente não anda direito.
3 – Coma fibras pelo menos 2x/dia
Folhas verdes, frutas, cereais, “granolas”, brotos, cogumelos e similares são ricos em fibras, que devem ser consumidas entre 25 e 35 gramas/dia (todos os dias). Por que são importantes? Porque ajudam a “limpar” nosso organismo por dentro e nenhum intestino funciona direito sem elas.
4 – Pratique exercícios pelo menos 3x/semana, por mais de 30 minutos por vez
O exercício físico regular (caminhadas, ginástica, pedalar, etc) melhora a circulação do sangue, o que ajuda o coração na sua função e evita as piores conseqüências dos “entupimentos” de veias e artérias: aumento de pressão, tromboses, embolias, infartos e “derrames”. Também ajuda a respirar melhor e ganhar mais músculos, necessários a uma “melhor idade” mais saudável. Só observe que é mais seguro buscar avaliação médica antes de iniciar uma atividade física.
5 – Mantenha postura positiva e pró-ativa
O pensamento negativo prejudica o funcionamento de vários sistemas do corpo; o positivo, ao contrario, ajuda .
6 – Consulte regularmente os profissionais de saúde adequados e necessários, seguindo suas orientações
A consulta regular permite identificar e tratar distúrbios em sua fase inicial, bem como receber orientações sobre prevenção e tratamentos. Afinal, mesmo quem se cuida, por vezes, adoece. Fundamental, também, é seguir os tratamentos exatamente como os profissionais prescreveram, para que tenho maior chance de alcançar os efeitos desejados.
7 – Cuide do seu sono
É durante o sono que seu corpo e sua mente recuperam-se do dia que passou e preparam-se para enfrentar o próximo, fixando memórias, repondo nutrientes, selecionando o que é necessário e o que precisa ser eliminado, etc. Quem não dorme direito, portanto, está adoecendo aos poucos. Prefira dormir no escuro, em ambiente tranqüilo, horas suficientes, com bom colchão e travesseiros, etc.
8 – Evite excessos
O excesso de qualquer coisa faz mal; sempre. Por isso, excessos devem ser ocasionais e são melhor tolerados (fazem menos mal) pelo organismo que é bem cuidado no seu dia-a-dia. Por exemplo, mais que 2 xícaras de café expresso por dia podem causar muitos sintomas, como: aumento da pressão sangüínea, gastrite, má absorção do cálcio, mau funcionamento intestinal, etc.
9 – Respire direito
A vida rápida e estressante de hoje em dia tem feito com que respiremos cada vez mais superficialmente e isso prejudica o fornecimento de oxigênio para o nosso organismo; e este gás é fundamental para o bom funcionamento de corpo e mente. Lembre-se sempre que temos 3 “combustíveis” para funcionar: o ar que respiramos, a comida que comemos e a água que bebemos; problemas com qualquer deles fará com que adoeçamos.
10 – Reduza seu stress
O stress é uma das maiores causas de doença dos “tempos modernos”. Para combatê-lo, 4 dicas básicas: 1 – Planeje-se e seja menos “pego desprevenido” pelos imprevistos; 2 – Foque sua energia na ação para resolver problemas e não em ficar remoendo os problemas em si; 3 – Evite fazer “tempestade em copo d’água”, já que isto consome sua energia e pouco resolve; 4 – Mantenha atividades regulares de lazer (enfim, “desligue-se” periodicamente); afinal até uma máquina tem que ser desligada periodicamente para “esfriar”, não?
11 – Evite intoxicar-se
Fumaça (de qualquer espécie, do cigarro à poluição), agrotóxicos, luz solar excessiva (e/ou nos horários errados), drogas e afins envenenam o organismo e sobrecarregam os sistemas de desintoxicação, assim causando, mantendo e/ou piorando sinais, sintomas e doenças. Você já produz toxinas só por estar vivo… Precisa deixar mais ainda entrar no seu corpo e mente?
E lembre-se que qualquer coisa em excesso funciona como toxina para o organismo
Se você promover o máximo possível destes hábitos em sua vida diária, terá mais Saúde e um organismo mais capaz de responder aos tantos fatores de desequilíbrio a que estamos expostos diariamente. Resultado? Menos doenças e bem mais Qualidade de Vida e Bem-Estar.
Procure informar-se melhor sobre o assunto no seu Centro de Saúde e nas palestras regulares sobre o tema. Mais sobre o tema no www.icaro.med.br e via Twitter @qualidade_vida
Autor: Dr. Ícaro Alves Alcântara (CRM-DF 11639)
SAÚDE – Por que cuidar dela
sábado, março 26th, 2011Escrito por Dr. Ícaro Alves Alcântara
A maioria das pessoas nunca se fez estas perguntas, mesmo porque as respostas parecem óbvias. Mas será que são mesmo?
Façamos então questionamento similar de outra forma:
Por que acordar todos os dias de manhã?
Bem, os mais “diretos” responderão algo como: “Acordar faz parte da Fisiologia Humana, não é uma escolha, sendo o simples despertar do sono”, o que é verdade: todo animal dorme para recuperar-se das atividades desempenhadas e prepara-se para as novas, em um ciclo contínuo. Assim, não optamos por abrir os olhos e acordar, isto simplesmente acontece para todos.
Vamos, então, aprofundar-nos na questão:
Por que levantar da cama, de manhã?
Se todos invariavelmente acordamos em algum momento, sair da cama pressupõe alguma motivação, algum(uns) objetivos a serem cumpridos. E mesmo que você nunca tenha pensado diretamente neles, pode acreditar que eles existem.
E são estes objetivos que, essencialmente, fazem a diferença entre levantar para viver ou para sobreviver, diariamente; mas há diferença entre estes conceitos? Vejamos, de acordo com os dicionários:
Sobreviver: continuar a viver depois de outra coisa ou de outra pessoa; escapar; subsistir; resistir.
Viver: ter vida; existir; durar; habitar, residir; alimentar-se; nutrir-se; comportar-se; ter relação com.
Francamente, de acordo com estes conceitos, quem escolhe “sobreviver”???
Portanto, salvo em quadros depressivos, se todos escolhemos sair da cama para “viver”, a próxima pergunta cabível é, naturalmente, por que viver?
Uma simples busca no Google acerca do propósito de viver retorna resultados edificantes, úteis ou no mínimo curiosos. Por exemplo, encontrei a seguinte pergunta em um grupo de discussão: “Para que viver se todos vamos morrer um dia”? E fora toda a discussão que uma abordagem séria desta traria, como parece ter sido só para polemizar, retorno com indagações na mesma linha, como: “Para que comer e beber então, se tudo será eliminado depois?” ou “Para que ganhar dinheiro se será tudo gasto depois”?
Voltando então à internet, na busca pelo que pensam serem os propósitos da vida, figura com destaque como o objetivo “ideal”: Amar a Deus e ao próximo. Outros, também bastante citados são:
Ser feliz
Amar
Cumprir sua missão
Ser alguém na vida
Deixar para trás marcas e obras positivas
Bem-estar
“Realização”
Vários propósitos diferentes, algo complementares, mas sempre com uma coisa em comum: todos pressupõem buscar ativamente algo, ou seja, empreender esforços no sentido de atingir um propósito.
Qualquer que seja seu objetivo na vida, portanto, fica claro que uma condição é fundamental para atingi-lo: Subsistir. Mas como subsistir? De forma simplista, é reconhecidamente importante neste sentido, por exemplo, ter relacionamentos, família, trabalho, religião, lazer e dinheiro. Mas essencial para subsistir, sem dúvida, é ter Saúde.
Sem mente e corpo funcionando bem, como ter condições de lutar para atingir seus propósitos e mesmo desfrutar do sucesso quando alcançado?
Em síntese, não importa o quão longe você queira chegar ou mesmo todo o sucesso que tenha atingido, todo o dinheiro e status que possa ter acumulado ou toda a capacidade e potencial que tenha: nada existe, se concretiza ou perdura se não há corpo e mente saudáveis para exibir estes resultados ou servir de instrumento para alcançá-los. E ninguém está falando sobre ter um corpo perfeito, ser um atleta profissional ou não ter qualquer sinal/sintoma ou mesmo vicio mas simplesmente sobre buscar ativamente ter saúde.
Você pode neste momento querer estar na praia, ler um bom livro, jogar algo, papear com os amigos, namorar, dormir ou mesmo estar em casa sem fazer nada em especial; Brincar com seus filhos, trabalhar, cuidar do jardim, meditar, degustar uma boa refeição, praticar algum esporte, passear ou criar algo: Se seu corpo e/ou a sua mente não estiverem funcionando direito, nada disso poderá ser pensado e muito menos realizado.
Então, como ter e manter saúde, de verdade, para você fazer o que quiser da sua vida? Leia aqui o básico para isto: http://www.icaro.med.br/category/a-base-de-tudo/
Água: Importante e esquecida
sábado, março 26th, 2011Escrito por Icaro Alves Alcântara
Há cerca de 08 anos atendi, no HFA, uma senhorita dos seus “quase” 30 anos, com uma queixa bastante comum: Cefaléia (dor de cabeça). A paciente relatava que já havia passado por Otorrino, Oftalmo, Neurologista, Clínico e até Endocrinologista,
com as prescrições dos mais diversos tratamentos e a presunção de várias hipóteses diagnósticas , sem qualquer melhora , entretanto . Durante sua consulta , entre as várias perguntas habituais , questionei acerca do quanto de água ela ingeria por dia e de que forma (ou seja , com qual periodicidade) ;esta senhorita me referiu que ingeria pouca água diariamente e sobretudo à noite, porque “não sentia sede” ; após mais algumas perguntas e um exame físico praticamente sem alterações, suspendi as medicações para enxaqueca e cefaléia em geral que a paciente estava tomando e disse-lhe que ela apenas precisava tomar água adequadamente; um tanto quanto descrente, após um pouco de conversa, ela voltou para casa .
Após apenas uma semana, retornou referindo que não sentia mais qualquer dor de cabeça, que seu intestino funcionava melhor e que até sua disposição havia melhorado… Milagre? Não. Bom senso. Casos como este são bastante comuns e quando a cura não depende da simples mudança ou adequação de hábitos em nossas vidas, pelo menos algum grau de melhora está envolvido; Todos sabemos o quanto é importante uma ingesta adequada de água diariamente mas quase sempre negligenciamos a devida atenção que lhe deveria ser dada.
Para mostrar o quanto é fácil convencer-se dos inúmeros benefícios da ingestão hídrica adequada e de como fazê-la, basta observar que todos os dados fornecidos no texto que se segue foram obtidos pesquisando-se as palavras “água”, “ importância” e “saúde”, simultaneamente, no site de busca Yahoo!Brasil, o que forneceu 40.103 referências sobre o assunto ! Sendo assim, não há como justificar a falta de informação com falta de tempo, não saber onde encontrá-la, dificuldade de acesso…
Todos os organismos vivos apresentam de 50 a 90% de água em si. O próprio corpo humano é constituído em 70% por água que, em constante movimento, hidrata, lubrifica, aquece, transporta nutrientes, elimina toxinas e repõe energia, entre inúmeras outras utilidades. Em constante renovação, um indivíduo adulto perde por dia, em condições normais, uma média de 2,5 litros de água (cerca de 800 ml pela expiração e urina, 1,2 litros pela transpiração e 0,6 litros pelas evacuações fecais). Sendo assim, um adulto normal deveria beber pelo menos este dois litros e meio diariamente, para evitar a desidratação.
Há quem pense que nunca esteve desidratado, a quem posso afirmar que a desidratação ocorre todos os dias, por várias vezes; isto porque todos os processos citados (produção de urina, transpiração e produção de fezes/urina) estão constantemente ocorrendo, o que faz da perda de água uma condição igualmente constante. Para se ter uma idéia, quando uma pessoa sente sede, a água já está “em falta” no seu organismo há algum tempo… Isto ocorre porque o corpo tem mecanismos de reduzir a perda de água, reduzindo a produção de urina, desidratando as fezes, diminuindo a transpiração e até “roubando” água da respiração para poupar sua água; quando vem a sede, o organismo está na verdade mostrando que seus reservatórios de água estão com os “níveis baixos” e que não está mais conseguindo compensar as perdas de água. Assim sendo, a ingesta de água deve ser independente da sede, constante e rigorosa. Preconiza-se um mínimo de 01 copo de 200ml de água por hora em que se estiver acordado.
E não adianta deixar para tomar os 2 a 3 litros necessários diariamente de uma só vez. Estudos mostram que o estômago capacita apenas 12 ml/kg/hora de líquidos, ou seja, um adulto não conseguirá tomar mais que 01 litro de líquido de uma só vez sem “passar mal”; some-se a isso o fato que, se houver excesso de líquido no corpo, aumenta a produção de urina proporcionalmente.
Se o leitor ainda não está convencido de que deve tomar seus 3 litros de água diariamente, basta observar que a desidratação diária ocasiona :
Desvitalização dos cabelos, levando a sua queda e “embranquecimento”;
Descamação do couro cabeludo;
Distúrbios de concentração, sono e memória, com perda da disposição para realização das atividades diárias, em virtude da circulação cerebral prejudicada (Uma baixa quantidade de água faz o sangue ficar mais “viscoso” e “grosso”, de circulação mais lenta);
Ressecamento dos olhos e tecidos das vias aéreas que, com baixa umidade, sofrem lesões com mais facilidade por ficarem mais frágeis, assim tornando-se mais propensos a inflamações ou infecções (conjuntivites, sinusites, bronquites, pneumonias );
Lesões de pele e sangramentos, com o aparecimento de “cravos” e “espinhas” pela não eliminação adequada de toxinas via pele e seu acúmulo local;
Queda e enfraquecimento dos pêlos;
Baixa produção de saliva, levando à sensação de boca seca
Distúrbio no aproveitamento adequado de vitaminas e sais minerais, com excesso em alguns lugares e falta nos outros, levando a caimbras, dormências, perdas de força muscular e problemas ósseos, dentais,…
Respiração dificultada, por vezes levando a falta de ar, sobretudo aos exercícios físicos
Constipação e, por vezes, sangramento retal (devido a fezes ressecadas, endurecidas, que lesam o tecido intestinal ao moverem-se no seu interior)
Cefaléias (Pela menor chegada de sangue no cérebro e Pela retenção de toxinas, não eliminadas adequadamente em virtude da baixa transpiração e produção de urina/fezes)
Impotência ou disfunções eréteis ou, no caso das mulheres, sangramentos vaginais;
É certo que há água nos alimentos, mesmo os sólidos, mas a complementação da ingesta diária de água deve ser feita, periodicamente, conforme já disposto. Uma forma prática de checar se a quantidade de água adequada para o seu corpo está sendo tomada é observar a coloração da urina, que deve ser sempre incolor; quanto mais forte a cor, geralmente, mais concentrada está a urina, ou seja, menos água há em relação ao que está sendo eliminado.
Vale lembrar que é sempre bom evitar bebidas alcoólicas e bebidas não naturais (colas, refrigerantes, etc.). Tanto o álcool ( presente nos vinhos, cervejas,…) como a cafeína (presente nos refrigerantes de cola, café,etc.) são diuréticos e assim, embora ajudem a eliminar pelos rins os detritos metabólicos (formados durante o trabalho muscular e processos de desintoxicação e filtragem), obrigam os rins a eliminar água e os sais minerais que deveriam ser retidos para compensar a desidratação; fica, portanto, a dica de intercalar sempre a administração destas substâncias, quando feita, com bastante água ou sucos naturais. Ainda importante é ressaltar que a ingesta de líquidos deve distanciar-se em pelo menos meia hora das refeições, para não prejudicar a digestão.
Uma curiosidade : Há trabalhos científicos evidenciando que muitos tratamentos com medicações orais, sobretudo anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal e antihipertensivos não alcançam o devido sucesso em virtude da baixa ingesta de água por parte do paciente; isto dever-se-ia tanto à má circulação da substância pelo corpo quanto pela má absorção da mesma no intestino, processo este dependente da água como veículo de transporte para a substância.
Levando-se em consideração a realidade específica da nossa comunidade, 3 comentários adicionais :
Aos hipertensos : O rim tem papel fundamental no controle da pressão sangüínea e é o único órgão do corpo que pode parar de receber sangue caso haja desidratação considerável; sendo assim, é especialmente importante a ingesta adequada de água aos portadores de pressão alta;
Os aparelhos de ar condicionado desidratam ainda mais o ambiente, sobre tudo as vias aéreas, tornando consideravelmente maior e mandatória a reposição de água, freqüente;
Uma adequada ingesta hídrica, associada a dieta regular (5 a 6 refeições por dia) rica em fibras, e exercícios físicos regulares são tudo o que qualquer pessoa precisa para perder peso e/ou manter-se no seu peso ideal (Tema a ser discutido nos próximos artigos)
Artigo escrito por Ícaro Alves de Alcântara, médico; atua em Clínica geral, Homeopatia, estética e ortomolecular; professor da disciplina Fisiologia da Mulher na pós-graduação de Fisioterapia em Saúde da Mulher no Unicetrex; Ex-docente de Semiologia, Patologia e Clínica Médica para os graduandos em Fisioterapia do UniCeub, com algumas das informações aqui publicadas retiradas dos sites :
http://netpage.em.com.br/larossi/
http://www.citysaude.com/seu_corpo/importancia.htm
http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=2849&ReturnCatID=763
http://www.crystalnordeste.com.br/
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